Tuberculose provoca uma em cada três mortes relacionadas à AIDS no mundo

Mesmo que a tuberculose (TB) seja evitável e curável, ela ainda é a infecção que causa o maior número de mortes em todo o mundo, eliminando mais de 4,4 mil vidas por dia.

A tuberculose também continua sendo a principal causa de morte entre as pessoas que vivem com HIV, causando uma em cada três mortes relacionadas à AIDS. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Mesmo que a tuberculose (TB) seja evitável e curável, ela ainda é a infecção que causa o maior número de mortes em todo o mundo, eliminando mais de 4,4 mil vidas por dia.

A tuberculose também continua sendo a principal causa de morte entre as pessoas que vivem com HIV, causando uma em cada três mortes relacionadas à AIDS. Continue lendo

ANVISA autoriza fabricação de autotestes e retoma a distribuição

Após a suspensão do serviço, mediante ao recolhimento de lotes de kits que apresentavam falhas na interpretação de resultado do teste, a ANVISA revogou a suspensão da fabricação do autoteste de HIV da marca Action, fabricado pela empresa Orange Life.

Agora o Ministério da Saúde retoma até o final de junho a estratégia de distribuição de autotestes de HIV no Sistema Único de Saúde (SUS) aos 14 municípios que participam do projeto piloto de distribuição dos kits, que havia sido interrompida até a finalização da investigação da ANVISA. Participam da estratégia inicial de distribuição as cidades de São Paulo, Santos, Campinas, Piracicaba, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, São Bernardo do Campo, Rio de Janeiro, Curitiba, Florianópolis, Salvador, Porto Alegre, Belo Horizonte, Manaus.

Os autotestes de HIV são testes de triagem e, portanto, os resultados não podem ser utilizados para o diagnóstico definitivo. Em caso de resultado positivo, o Ministério da Saúde orienta que o usuário busque o serviço de saúde para testes complementares.

Fonte: aids.gov.br

Ministro da Saúde fala sobre a recente reestruturação do departamento de HIV/AIDS

Na segunda-feira (27), o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, compareceu ao programa Roda Viva e no primeiro bloco as campanhas de prevenção às infecções sexualmente transmissíveis ganharam destaque.

Mandetta defendeu. “O que existe são doenças crônicas transmissíveis, como o HIV, a tuberculose e hanseníase. As três marcadas pelo mesmo grau de preconceito e de dificuldade em realizar tratamentos continuados de longa data. A tuberculose, sendo a doença mais associada ao HIV e a hanseníase que ainda somos um dos principais países.”

Assista abaixo o programa completo:

Após 28 anos, transexualidade deixa de ser considerada transtorno mental pela OMS

De acordo com a nova decisão da OMS (Organização Mundial da Saúde) a transexualidade foi removida da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas de Saúde (CID). A retirada foi oficializada na  72º Assembleia Mundial da Saúde, em Genebra.

Antes desta decisão, o Conselho Federal de Psicologia já havia publicado no dia 29 de janeiro de 2018 a Resolução CFP n°01/2018, que tem o objetivo de impedir o uso de instrumentos ou técnicas psicológicas para criar, manter ou reforçar preconceitos, estigmas, estereótipos ou discriminação e veda a colaboração com eventos ou serviços que contribuam para o desenvolvimento de culturas institucionais discriminatórias.

“A retirada da transexualidade do rol de patologias significa o respeito a essas identidades, representa o respeito e a manutenção da dignidade dessas pessoas que estão vivenciando as identidades de gênero de uma maneira diversa daquela que hegemonicamente e historicamente era esperado que todos nós vivenciássemos”, diz a conselheira do CFP, Sandra Sposito.

A 01/2018 tem como base três pilares:

  • transexualidades e travestilidades não são patologias;
  • a transfobia precisa ser enfrentada;
  • e as identidades de gênero são autodeclaratórias.

Cada país terá até 1º de janeiro de 2022 para se adaptar à nova CID.

Município de São Borja premiado no 31° Congresso do COSEMS em Bento Gonçalves

Premiação categoria Experiências Exitosas de Âmbito Regional – 1° lugar. Trabalho apresentado: “Educação em Saúde Entre as Fronteiras do Mercosul como Fonte de Rastreamento de ISTs – Infecções Sexualmente Transmissíveis”.

Os resultados demonstraram que devemos ter um olhar mais cuidadoso nas fronteiras e principalmente com os caminhoneiros de longa distância pois possuem informações básicas e algumas desatualizadas sobre o assunto e a parte de promoção da saúde não chega até  eles por falta de acessibilidade do local da promoção e também sua ocupação e meios de trabalho impossibilitam sua busca pelos testes rápidos e outros serviços de saúde.

Sendo que o papel do profissional caminhoneiro de longa distância é de importância integral na vida de todo cidadão, pois são eles que transportam a matéria prima que fornecerá todo nosso subsídio para a vida, desde um simples refrigerante até um medicamento ou equipamento complexo, se torna importante criar uma política pública  de saúde que permita a integralidade e equidade nas fronteiras brasileiras para este fim.

O trabalho foi elaborado, escrito e tabelado por Lucile Félix e a coleta dos dados realizado in loco pela equipe do SAE – Serviço de Atendimento Especializado, Atenção Básica e Equipe de Redução de anos sob a supervisão do enfermeiro Glauber Marques.

Tratou-se de uma experiência exitosa, onde houve a participação integrada do SAE, Equipe de Redução de Danos e Atenção Básica, na qual foram ofertadas rodas de conversa como forma de abordagem do assunto sobre IST/Aids, entrega de informativos, preservativos e testagem rápida de sífilis, Hepatite B e C e Hiv/aids.
Relato por Lucile Félix – Coordenadora da Atenção Básica em Saúde de São Borja.

PARABENIZAMOS O MUNICÍPIO PELA PREMIAÇÃO E PELO ÓTIMO TRABALHO REALIZADO!

Estigma e Pânico moral em discussão no Seminário da ABIA

O 2º Seminário de Capacitação em HIV – Aprimorando III, cujo tema é “Estigma, Pânico Moral e Violência Estrutural”, teve seu início no dia 15/05 em Porto Alegre no Centro Cultural da Universidade do Rio Grande do Sul. O evento teve seu ponta pé inicial com a exibição do documentário “Borboletas da Vida”, onde expõe a realidade de jovens homossexuais que vivem na periferia do Rio de Janeiro, sofrem os efeitos da pobreza e da miséria, mas não perdem sua identidade, dignidade e criatividade.

Na sequência foi iniciado um debate sobre as barreiras criadas pelo estigma na resposta da epidemia do HIV e da AIDS foi abordado por Simone Monteiro e Wilza Villela, respectivamente, professoras da ENSP/ Fiocruz e da Pós-graduação em Saúde Coletiva da UNIFESP.

No 2º dia pela manhã, a mesa “Estigma e Pânico moral: ataques ao gênero, sexualidade e a luta contra a AIDS” uniu profissionais do direito, da saúde e da sexualidade debatendo o tema do painel em meio ao avanço do conservadorismo e da LGBTfobia no cenário político atual. À tarde, a violência estrutural enfrentada por grupos historicamente marginalizados foi o assunto principal da mesa “Fatores de Violência Estrutural na resposta à AIDS”. Abordando o impacto do racismo e do sexismo na vida e da saúde das mulheres negras e da população negra em geral, tivemos a psicóloga, ativista e pesquisadora das questões de gênero, Maria Luisa Pereira. Continue lendo

Reunião da Comissão de Gestão das Ações de IST/Aids do RS

Nos dias 9 e 10 de abril ocorreu em Porto Alegre a reunião da Comissão de Gestão de Ações de IST/Aids do Rio Grande do Sul. O evento reuniu Coordenadores Reginais de IST/Aids de 17 Coordenadorias Regionais de Saúde (CRS) e mais de 70 profissionais da saúde de municípios considerados prioritários para enfrentamento da epidemia no RS.

Nos dois dias de trabalho, os profissionais debateram sobre as diretrizes do Ministério da Saúde e sobre o planejamento Estadual  das ações e metas de IST/Aids para o ano de 2019. Os participantes também compartilharam métodos para a redução da mortalidade e epidemia no sistema prisional com a apresentação de pesquisas e relatos de experiências. 

Abertas as inscrições para seminários de capacitação em temas atuais sobre HIV/Aids

Os eventos são promovidos pela ABIA, com apoio do DIAHV, e ocorrem entre maio e agosto no Rio de Janeiro e em Porto Alegre

A Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (ABIA) está promovendo seminários de capacitação nas regiões Sul e Sudeste do Brasil entre os meses de maio e agosto. O objetivo é abordar algumas das principais áreas de atividades relacionadas ao HIV e AIDS no país, por meio de uma metodologia dinâmica e interdisciplinar com o intuito de favorecer a discussão. Cada seminário reunirá gestores, profissionais de saúde, pesquisadores e representantes de ONGs, redes e movimentos que atuam com a pauta do HIV/AIDS.

A série de seminários faz parte do projeto Aprimorando o Debate III da ABIA e conta com apoio do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do HIV/Aids e das Hepatites Virais (DIAHV) da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. Os eventos consistem em uma capacitação avançada sobre os temas abordados para atualização de profissionais, gestores e atores da sociedade civil organizada.

Em Porto Alegre teremos o II Seminário de Capacitação com o tema “Estigma, Pânico Moral e Violência Estrutural” que ocorrerá nos dias 15, 16 e 17 de maio e também o  IV Seminário de Capacitação com o tema “Assistência e Linhas de Cuidados” e ocorrerá nos dias 21, 22 e 23 de Agosto.

Para se inscrever basta clicar AQUI

Os seminários serão transmitidos online e seus link divulgados no Facebook e no site www.abiaids.org.br.

Fonte: Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/AIDS e das Hepatites Virais